Visitante número

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O SENTIDO DA VIDA: BUSCAR A FELICIDADE OU TER RAZÃO?




A nossa inquietação nos leva a comodidade. Aceitamos tudo. Morremos a cada dia sem perceber. A inércia de pensar atrofia o que chamamos de vida. Afinal, vivemos ou vegetamos?

O mistério da vida é surpreendente. Religiosos crêem em seus deuses. Cientistas, filósofos são racionais. Criacionismo e evolucionismo: opostos. A vida em vários sentidos. Sentir a vida. Qual o sentido da vida?

Um fato é certo: existimos por existir outros humanos. Energia: uma teia inseparável se entrelaça entre nós. Estamos conectados. Tudo gera efeitos. Causa e efeito. Lei Hermética.

Por mais que questionamos a essência da vida humana, nunca saberemos a verdade. O que é verdade? A verdade é um sonho que morrerá dentro de nós.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O VENTO


No escuro um homem caminhava. Ele não conhecia o terreno. Não era guerrilheiro nem policial. Era um caminhante da vida. Livre e solto no ar. O vento indicava seu rumo.

Certo dia o vento parou de soprar. Ficou perdido no mundo: sem o vento e no escuro. A luz não existia mais. O escuro triunfou. Com a ausência de luz veio o medo.

O pobre homem ficou inerte num pequeno pedaço de terra: sem se mover. Apenas se deitava e levantava. E por anos assim ficou: no escuro, com medo e sem esperança do vento voltar.

Um dia ele sentiu uma pequena brisa. Esta brisa soprava numa direção que ele já conhecia. Este caminho já conhecido, que a brisa indicava, era uma trilha dolorosa e difícil. Haveria sacrifícios.

Logo a brisa passou a Ser o vento. Um vento forte que não deixa o pobre homem parado. Ele tinha que andar. Caso contrário deveria lutar contra o vento. No começou ele tentou lutar, mas foi em vão. Ele se arriscou. Mesmo com medo. Afinal, sua vida, sua felicidade estava em jogo.




Trilhou o caminho que o vento indicava. Chegou e se surpreendeu. Pensou: ‘ por qual motivo ou razão não me arriscaria se eu não sabia o que me esperava?’

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

O QUE MOVE OS HOMENS?



Ontem à noite pensei: o que move os homens? Qual é a motivação para vivermos? O que realmente nos move? Cada um certamente pensa em algo: filhos, o amor, minha carreira, meu desejo de não ser apenas mais um ou até mesmo construir um império. E muitos não pensam em nada.

Freud diz que o sexo nos move. Adler diz a vaidade. Jung a transcendência. Intelectuais nos dizem isso e aquilo. Talvez a morte nos dê este impulso de realizarmos nossos ideais, nossas vontades. A morte nos dá movimento.

Metas a seguir? Planos a realizar? Sonhos a se concretizar? Reconhecimento perante a sociedade. Busca-se uma identidade. Exercemos vários papéis a todo o momento. Cobranças pessoais. Um carrasco interno dentro de si. Ninguém precisa dizer o que temos que fazer ou não fazer. Basta tu mesmo se esgotar.

Continuo a questionar: o que nos move a cada instante?

terça-feira, 2 de setembro de 2008

O AMOR É LIVRE




Ter alguma coisa. “Eu sou o dono”, “é meu”. Meu o quê? Meu carro, minha casa, meu capital, meu livro, meu computador, meu amor. Meu amor? O amor está à venda? Quem dá mais? Alguém se apropria dos sentimentos alheios?

Amar muitas vezes é sinônimo de propriedade privada: “está sob meu domínio”, ou simplesmente: é meu, é minha.

Relações amorosas se perdem pelo desejo de se tornar e se sentir donas de pessoas que gozam do seu direito supremo: a liberdade.

O amor é livre.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

LIBERDADE




Ser livre: somos livres? Liberdade: estado de estar livre.

A liberdade é tudo na vida de um ser humano. Sem a liberdade não podemos ser ou ter “alguma coisa”.

Vivemos os dias monotonamente: robôs humanóides, fantoches, marionetes humanas, cair na rotina. Tudo reprimido no inconsciente: uma eterna batalha: Id, ego e Super Ego.

Mudar? Mas mudar o quê? Ou melhor: mudar para quê?

Eternos humanos que existem ou vivem nas graças do mundo moderno. Morremos e apodrecemos: e o “Príncipe” perpetua sua existência. Podemos fazer isso e aquilo, mas não desejos primitivos. Temos desejos puros?

Desobedecer: a grande virtude do homem, a original, segundo Oscar Wilde. Obedecer por quê? Desobedecer para quê?

A liberdade é uma busca humana que talvez nunca seja alcançada...É o alimento do sonho humano!

quarta-feira, 19 de março de 2008

MALDIÇÃO DO TEMPO





O tempo que esmaga. O tempo que passa. O tempo que limita. O tempo que acaba. O tempo, as horas, os minutos: tudo pré-determinado pelo tempo, tempo, tempo...

“Não tenho tempo”. “Não vai dar tempo”. O tic tac dos relógios nos enlouquecem.

Os relógios nas paredes, nos punhos, nos locais públicos, no celular, no computador, em todo lugar. O tempo sufoca. Maldito tempo que nos aprisionam. Maldito tempo...Maldito tempo!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

SEBASTIÃO SALGADO E SUAS OBRAS DE ARTE





Sebastião Salgado, fotografo brasileiro reconhecido mundialmente. Suas fotos: obras de arte. A arte deste mineiro economista, sendo que em 1973 trocou a economia pela fotografia, é um dos repórteres fotográficos contemporâneos mais respeitados no mundo. Seus livros/fotos são: Trabalhadores (1996), Terra (1997), Serra Pelada (1999), Outras Américas (1999), Retratos de Crianças do Êxodo (2000), Exodos (2000), O Fim do Pólio (2003), Um Incerto Estado de Graça (2004), O Berço da Desigualdade (2005), Africa (2007).


Suas fotos são impressionantes.Eis algumas de suas fotos.